Ser Coelho Branco tem os seus problemas.
Ninguém nos pede para o ser.
Tornamo-nos nele pelo próprio pé.
Lidamos com isso todos os dias a olhar para o relógio, mas pensamos que vale a pena.
Vale sempre a pena.
Afinal, não podemos esperar que todos sejam Coelho Branco.
A (ir)responsabilidade de o ser acaba por se tornar nossa e só nossa.
Se é justo, ou egoísta desejar que assim não fosse, não interessa.
Seguimos o caminho do Coelho Branco.
Agora estamos perpetuamente atrasados.
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