2009-07-07

(Re)Introdução

Um abrir de olhos para um renascer com nervosismo desmedido. Com palavras que se soltam dos dedos para não voltar a recordar. Talvez seja sempre uma questão de vigilância. Ter a noção do sentimento, mantê-lo sobre vigia, pois é menos misterioso assim.
Voltamos então a recordar outras eras e passados, outras portas e o que há para além do reflexo, e assim, a pergunta vai ser sempre constante: para quê ser vago afinal?
Para impedir entrada a um público alargado e manter nos lugares os observadores.
Mas não vamos conter as ogivas que caem em campos minados na nossa mente. Deixemo-las rebentar sobre o mundo.

Deixá-lo assistir ao nosso declínio.

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